quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Mergulho Livre

Experimentei do teu vinho,
Senti o gosto amargo na boca,
Fiz o teu passeio às estrelas
E desci, mais rápido ainda.
Toquei o chão, de joelhos

Para comer a terra.

Privar-se de alguns sentidos,
Afim de experimentar outros,
Em uma aventura "quixoteana".
Não pode, ou, não deve durar
Mais que nove semanas e meia?

Nem uma coisa, nem outra.

Sempre pensei que fosse essa
A nossa maior razão de ser,
Ser, e perder toda razão,
Que nos torna distintos da fera.
Já me cansei da "razão" do ser.

Razão, é para se perder...

5 comentários:

Água - amana - tupi chuva. disse...

Ah, você finalmente...
C´est l´amour!

Gabriela Galvão disse...

A gente mergulha de cabeça no raso jah sabendo q vai se arrebentar por isso mas c esperança d q ñ role um 'eu jah sabia', mas ele ñ teima em vir à tona...

Ñ faço mais questão nenhuma d ter sempre razão -em qq sentido-...

(Inveja do nome e foto da freguesa ali, vou conferir...)

Abraço.

Felipe disse...

boa!

Priscila Milanez disse...

"Razão, é para se perder..."

tens toda a razão! rs

Água - amana - tupi chuva. disse...

Se perde, se acha...
O lance é sempre buscar.