
Face à face com o dragão
Soprei o teu rosto
Fui reduzido a cinzas
Poeira que não concentra
Um milionésimo do que fora
a matéria em plena vida
Dominado pela maior força
talvez, a única capaz
de alimentar vazios atordoantes
Instaura-se impaciente espera
pela chama ao se extinguir
daí então me absorver
na escuridão onde não há cegueiras
de luzes que ardem e queimam
Me condenaram ao exílio
fui barrado no paraíso
Pobre de quem não crê
quando se depara frente à frente
com o maior milagre no que pode ser
aquilo de mais verdadeiro
Agora, trago uma centelha
faísca necessária para invocar
o espírito de uma fênix
Essa missa que eu ainda
hei, mas hei rezar...
Um comentário:
Poxa, poeta, vc acaba comigo.
Lindo!
e eu acabo contigo.
Quem será q morre 1°?
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